sexta-feira, 29 de janeiro de 2010


Para o CREFITO 2 eu voto CHAPA 2: Crescer e Consolidar!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

video
Galera do Rio de Janeiro marcando presença na Mobilização Nacional pela Dignidade da Fisioterapia.

Nós escrevemos esta parte da História da Fisioterapia Brasileira.
Junte-se a nós!

sábado, 28 de novembro de 2009

Mar de gente


Meus caros amigos,
o mar de Fisioterapeutas, Terapeutas Ocupacionais e Acadêmicos tomou conta de Brasília no último dia 25. Estes bravos estão construindo a história de suas profissões!
E você, o que fará para mudar a atual realidade?
Junta-se a nós nesta luta!

Crescer e Consolidar! Este é o momento!

Saudações!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Os Bravos da Fisioterapia


Em 24 de novembro de 2009, o DF recebeu cerca de 2 mil Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais de diversos Estados Brasileiros para a realização da I Conferência Nacional da Fisioterapia e Terapia Ocupacional em defesa da Dignidade Humana e da Saúde da População. Com ponto de encontro no Congresso Nacional, partimos em caminhada até o Conselho Federal da OAB, que foi anfitreão deste brilhante evento, por sinal, divisor de águas na história das profissões!


A FISIOTERAPIA É UMA NECESSIDADE ABSOLUTA e dela dependem milhares de pacientes para a prevenção de doenças, correção de deformidades e o restabelecimento de suas funções.
Nossa ida a Brasília foi para solicitar a adoção do Referencial Nacional de Honorários Fisioterapêuticos e do Terapeuta Ocupacional, a aprovação do piso salarial da categoria, a contratação obrigatória de fisioterapeutas pelos ambulatórios e hospitais
públicos e privados, além da implementação de políticas públicas de Saúde Funcional, através da inserção do fisioterapeuta no PSF.

Quem se filia a um plano de saúde que remunera mal aos seus prestadores torna-se vítima deste mesmo plano. Alie-se a esta luta, ela á a garantia de uma saúde melhor, mais digna e mais democrática.
Os Bravos Fisioterapeutas do Rio de Janeiro (foto) farão sua parte em propagar a chama que reacendemos em Brasília. Nós fizemos história... e você, quer escrever com a gente esta história ou irá preferir contá-la em um futuro bem próximo? A vida é feita de escolhas!

Saúde é direito da população, queremos autonomia para nossa profissão!
Dignidade SIM, tutela NÃO!

Ideologia: Nós temos uma pra viver!

domingo, 22 de novembro de 2009

Sim ao Ato Médico, desde que...

Caros “Doutores” favoráveis ao Ato Médico,

Se o grande problema é "prescrever", por favor, preciso que me prescrevam um tratamento fisioterapêutico para um paciente de 45 anos com uma tendinopatia crônica do tendão do músculo supra-espinhoso, apresentando calcificação no tendão. Ele apresenta história ocupacional de trabalho com elevação dos membros superiores acima do nível da cabeça (é vendedor de loja de roupas). Como é ex-jogador de voleibol, desenvolveu lesão do nervo supra-escapular, que culminou numa atrofia do músculo infra-espinhoso. Devido a distúrbios hormonais, desenvolveu osteoporose. Na avaliação, apresentou restrição da mobilidade da cápsula posterior do ombro, fraqueza dos músculos rotadores internos do úmero (grau 3), além de fraqueza de serrátil anterior e trapézio fibras inferiores (graus 4 para os dois músculos). A articulação esterno-clavicular também tem sua mobilidade diminuída.

O que devo fazer, Dr.? Como posso fazer para restaurar a mobilidade da articulação? O que é mais indicado: mobilização articular ou alongamento? No caso de ser mobilização, que grau devo utilizar? No caso de ser alongamento, é preferível o alongamento ser estático ou balístico? Ou seria melhor utilizar de contração-relaxamento? Qual o tempo adequado de manutenção do alongamento? Ou será que é tudo contra-inidcado, devido à osteoporose?

Com relação ao fortalecimento dos rotadores internos do úmero, qual exercício seria mais indicado para fortalecer o músculo sub-escapular, importante na estabilização dinâmica da articulação gleno-umeral? Devo usar thera-band, halteres, resistência manual ou simplesmente realizar exercícios ativos livres?

Com relação ao serrátil anterior qual exercício seria mais indicado? Push-ups? Protração resistida? Exercícios ativos apenas, simulando atividades funcionais e procurando evitar movimentos escapulares anormais? Tudo isso? Nada disso? E se ele utilizar de compensações para a realização dos exercícios, como devo proceder?

Com relação ao trapézio inferior, é melhor fazer o exercício contra ou a favor da gravidade? Devo ou não utilizar de movimentos ativo-assistidos? Qual o melhor exercício? Existe tal exercício?

No caso da restrição da articulação esterno-clavicular, é necessário corrigir essa alteração de mobilidade? Se for, é possível corrigí-la? Como proceder. Tem contra-indicações ou precauções? Não podemos esquecer de tratar também o tecido lesado (tendão do supra-espinhoso). Ele apresenta dor moderada ao elevar o membro superior D acima de 90 graus, que diminui a praticamente zero ao abaixar o braço. É necessára analgesia? Se for, pode ser TENS? Qual a modulação (frequência, comprimento de onda, duração e intensidade)? Ou será que crioterapia é melhor? Em qual forma de aplicação? Por quanto tempo? Ou será que nenhuma analgesia é necessária?

O que posso fazer para estimular o reparo do tendão? US (quantos MHz? Quantos W/cm2? por quanto tempo? Onde aplicar?), Laser (qual a intensidade? duração? tem contra-indicações?), exercícios (excêntricos, concêntricos, isométricos, resisitidos, livres? quantas séries e repetições? Qual o intervalo entre séries? Quantos RM? Devo fazer todos os dias ou não? É contra-indicado exercício?). Como posso fazer um exercício para supra-espinhoso?

Por favor, repassem essa mensagem com urgência para todos os médicos com competência para me ajudar, pois estou com o paciente afastado do trabalho por invalidez e continuo aguardando a “prescrição médica da fisioterapia”, já que sem a "prescrição médica", segundo o ato médico, não posso fazer nada e nós todos os brasileiros, (inclusive os médicos) estamos pagando para ele não trabalhar. Não deixemos esse afastametno virar aposentadoria!

Concluindo: Sim ao ato médico, desde que os médicos estudem na faculdade todo o conteúdo que outras 13 profissões da área de saúde têm em seu currículo.

Créditos:

Marco Tulio Saldanha dos Anjos

Fisioterapeuta
CREFITO-4 51246-F

sábado, 21 de novembro de 2009

Experiência?

“Já fiz cosquinha no meu irmão só pra ele parar de chorar.
Já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxa.
Já quis ser policial, astronauta, violonista, mágico, caçador, trapezista e hoje sou Fisioterapeuta.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz.
Já chorei ouvindo música no trânsito.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de serem esquecidas.
Já subi escondida no telhado pra tentar pegar estrela.
Já subi em árvore pra roubar fruta.
Já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas.
Já escrevi na carteira da escola.
Já chorei sentada no chão do banheiro.
Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando.
Já fiquei sozinha no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.
Já escrevi carta e não mandei.
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.
Já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios.
Já tomei um porre: de cerveja e de felicidade.
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro.
Já tremi de nervoso.
Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua.
Já gritei de felicidade.
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade.
Já vi a Lua virar Sol.
Já chorei por ver amigos partindo. Já descobri que a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Tudo são coisas fotografadas por minhas lentes da emoção e guardadas num baú, chamado coração.
Será que ser "plantadora de sorrisos" é uma boa experiência? Talvez seja, mas só se existir alguém com experiência em colher sonhos!"